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4Linux lança o quarto Programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula. Participe e boa sorte.

05/05/2010 11:59 — tags: 4linuxBR, Caça Talentos Linux, curso de linux, Curso de Linux EaD

4Linux lança quarto programa Programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula. Serão mais três pessoas que poderão trabalhar na 4Linux. Participe e boa sorte. Confira o regulamento completo.

Regulamento do Programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula

tags: 4linuxBR, curso de linux, Curso Linux EaD

O objetivo do Programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula, é de contratar 3 profissionais para trabalhar na 4Linux.

Para concorrer, basta o candidato gravar um vídeo de 1 minuto dando uma aula sobre qualquer assunto. Pode ser sobre cozinha, tecnologia, pesca... vale sua criatividade, originalidade, didática, humor, talento e voto do público.

Além da possibilidade de ser contratado, a 4Linux oferecerá até 100%* de desconto na Formação de Administrador de Redes Linux EaD ou presencial. Veja Regras de Descontos.

Só serão aceitos vídeos de candidatos que estiverem cadastrados no Twitter da 4Linux: 4LinuxBR ou que participam das comunidades no Orkut Windows vs Linux vs Mac OS ou Linux.

 Regras de Descontos:

 

Etapas do Programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula:

  1. O candidato deverá gravar um vídeo de até 01 minuto, dando uma aula sobre qualquer assunto que domina;
  2. Postar o vídeo no YouTube;
  3. Enviar o link do vídeo para o e-mail rh@4linux.com.br, com nome completo, idade, e-mail, telefone para contato e currículo anexado em arquivo PDF;
  4. A 4Linux retornará um email de confirmação e publicação de seu vídeo no canal de vídeos 4Linux no YouTube. Após este retorno de confirmação por parte da 4Linux, seu vídeo já poderá ser votado. Os votos serão no canal do candidato;
  5. Os 06 candidatos que tiverem seus vídeos mais votados no YouTube e aprovados no canal de vídeos da 4Linux no YouTube, até o dia 08 de junho de 2010, serão automaticamente convocados para a dinâmica presencial a ser realizada na 4Linux em São Paulo dia 19 de Junho de 2010;
  6. A 4Linux escolherá mais 06 candidatos para participarem da dinâmica presencial, totalizando 12 candidatos;
  7. O prazo para envio dos vídeos será de 04 a 31 de maio de 2010.

Regulamento do Programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula:

  1. Início em 04 de maio de 2010 e término em 31 de maio de 2010;
  2. Os nomes dos 12 candidatos escolhidos serão divulgados até o dia 15 de junho de 2010;
  3. O resultado dos 03 candidatos contratados será divulgado no dia 15 de julho de 2010;
  4. Poderá participar do processo seletivo somente jovens acima de 18 anos, cursando o penúltimo ou último ano da faculdade ou formado no máximo há 02 (dois) anos, em qualquer curso superior  relacionado a Tecnologia da Informação;
  5. Ou, pessoas acima de 18 anos, que já tenham trabalhado com Linux;
  6. Serão 12 candidatos que participarão da segunda fase do processo seletivo do quarto programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula;
  7. Classifica-se automaticamente (o candidato não é obrigado a aceitar) para a segunda fase do processo seletivo Caça Talentos Linux – Um minuto, uma aula, os 06 candidatos que tiverem seus vídeos mais votados no YouTube,  e que tenham os vídeos listados no canal de vídeos da 4Linux no YouTube;
  8. A votação será aberta ao público e só serão considerados os votos (like) realizados nos vídeos que estiverem publicado no canal da 4Linux no YouTube;
  9. A 4Linux escolherá conforme sua preferência e leitura curricular, os outros 06 candidatos, no canal de vídeos da 4Linux no YouTube para participarem da segunda fase do programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula, ou convidar candidatos que já tenham participado de outros Caça Talentos;
  10. A 4Linux reserva-se o direito de eliminar da votação qualquer vídeo que tiver votos por robôs, códigos, únicos IPs, logins iguais, ou qualquer outra forma de burlar o programa;
  11. Critérios para avaliação do vídeo por parte do público:

11.1. Originalidade e Criatividade

11.2. Didática e domínio do assunto (qualquer assunto)

11.3. Humor

Os vídeos passarão por analise e poderá não ser aceito devido ao seu conteúdo.

12. A segunda etapa (depois de escolhidos os 12 candidatos) do programa Caça Talentos Linux - Um minuto, uma aula, será uma dinâmica em grupo a ser realizada na dia 19 de junho de 2010 na sede da 4Linux em São Paulo, à Rua Teixeira da Silva, 660 11° andar – São Paulo/ SP. Despesas com transporte será de responsabilidade do candidato;

13. Despesas com hospedagem e alimentação para participarem da dinâmica presencial serão de responsabilidade da 4Linux e a escolha do hotel e restaurante serão de responsabilidade da 4Linux;

14. Os três candidatos aprovados no processo seletivo deverão ter disponibilidade para morar em São Paulo, caso sejam de fora de São Paulo;

Sobre os descontos:

  1. Os descontos não são acumulativos e será válido somente para um dos casos acima descritos;
  2. Promoção não acumulativa;
  3. O desconto será em relação ao preço de lista da  Formação de Administrador de Redes Linux EaD ou presencial;
  4. Não será permitido o uso do desconto para outros da grade de cursos da 4Linux;
  5. Desconto válido apenas para a Formação de Administrador de Redes Linux EaD ou presencial;
  6.  As inscrições deverão ser realizadas no período de 04 a 31 de Maio de 2010, mediante confirmação de pagamento, envio da ficha de inscrição e aprovação pelo departamento de vendas da 4Linux;
  7. Só será permitido a utilização de um desconto por candidato;

Benefícios da vaga:

  • Trabalhar em uma empresa que só trabalha com softwares livres;
  • Média mensal de ganho após os três meses de capacitação: entre R$ 1.700,00 e R$ 2.400,00 dependendo do perfil do candidato;
  • Convênio Inglês e Sul América Saúde;
  • Outros benefícios: prêmios em dinheiro para palestras aprovadas em eventos de Software Livre e horas semanais liberadas em horário de trabalho para se dedicar a participação em algumas comunidades de softwares livres de interesse da empresa.

Participe da próxima turma do Curso Programação Shell Script com Julio Neves na 4Linux

23/03/2010 17:09 — tags: CGI, CGIs e Dialog, curso de linux, Dialog, Julio Cezar Neves, Linux ou Unix, programação shell script, Shell script, Shell Script Linux

A 4Linux oferece turma para o curso Programação Shell Script com Julio Neves nos dias 29/03 a 02/04/2010 no período diurno, das 9 às 18horas, em uma parceria que já tem mais de 3 anos.

Estudantes de Harvard visitam a 4Linux

03/02/2010 14:53 — tags: Comunidade Software Livre, curso de linux, Harvard, Linux, Linux Greenhouse

Estudantes de Harvard visitam a 4Linux para conhecer seu modelo de negócios baseado em software livre e como ele poderia ser replicado em outras empresas incubadas na Linux Greenhouse.

Linux ou FreeBSD?

tags: 4Linux, Balanceamento, curso de linux, FreeBSD, FreeBSD avançado, Linux, OpenBSD, Segurança, virtualização

Por muitos anos tenho acompanhado o crescimento do sistema operacional Linux e muitas vezes me vi, durante minha estadia na universidade, dando meus primeiros passos no Linux estudando as bases da segurança de redes. Entretanto, a questão principal é que nem sempre ele é o sistema operacional mais indicado para usarmos.

Saber identificar quando usar um sistema operacional é extremamente importante para atendermos as reais necessidades dos usuários. Para quem trabalha com consultoria, minha indicação é uma só: não seja o defensor de uma única bandeira, pois é o usuário quem valida o sistema operacional depois de verificar os benefícios e as qualidades. Assim, muitas vezes a melhor solução é um conjunto de sistemas operacionais, ofertando melhor conforto, segurança e aplicabilidade para o usuário final. Isto não é nada mais do que a aplicação do tão falado termo interoperabilidade, formando sistemas híbridos convivendo pacificamente.

Este artigo visa estudar algumas características da interoperabilidade aplicada aos sistemas operacionais Linux e FreeBSD. Apontando quando um é mais indicado do que o outro, quando trabalharemos em conjunto e quando é indiferente o uso de um ou de outro.

a) Load Balance e Failover
O primeiro ponto que desejo discutir é o uso de Load Balance/Balanceamento de Carga e Failover/Controle Automático de Falhas. O Load Balance distribui os pacotes recebidos entre os elementos de um grupo de equipamentos, deixando a resposta mais rápida de um site Web, por exemplo. O Failover tem a capacidade de identificar um computador com problemas de comunicação e transferir o seu processamento de pacotes para outro elemento que apresenta seu funcionamento sem problemas.

Podemos encontrar estes elementos presentes em servidores de DNS ou em servidores de correio eletrônico usando recursos de software ou usando hardwares como switchs específicos para esta tarefa. Quando o que está em jogo é o controle de milhares de transações por segundo e custo não é um fator impactante no projeto podemos, sem sombra de dúvida, usar o controle por hardware.

Nos sistemas BSD (FreeBSD, OpenBSD, NetBSD, etc) esses controles podem ser encontrados como um recurso nativo do sistema operacional, bastando recompilar o kernel (FreeBSD) ou ser encontrado por padrão após a instalação (OpenBSD). Isto deve-se ao uso do protocolo CARP (Common Address Redundancy Protocol/Protocolo de Redundância para Endereço Comum), criado pelo time do OpenBSD, o CARP veio para atender as necessidades de ter algo similar aos protocolos  da CISCO.

O CARP cria um grupo de redundância, onde temos um host master acompanhado de hosts slaves compartilhando o uso de um endereço IP virtual. Quando o host master fica inativo é feita uma eleição entre os hosts slaves para a comunicação continuar seu funcionamento. Para não termos a perda dos pacotes que estavam sendo processados pelo host master, podemos implantar o CARP em conjunto com interfaces de sincronismo (pfsync), assim, todas as máquinas com interface de sincronismo receberão o status de todos os pacotes presentes no host master.
Para aplicarmos Load Balance no Linux, temos que instalar componentes não nativos do kernel e garantir que este novo componente funcionará sem nenhum problema de compatibilidade. Sem dúvida que isto dá muito mais trabalho além de mais testes para homologação.

b) Computação distribuída
O exemplo mais famoso de computação distribuída é o SETI (Search for Extraterrestrial Inteligence/Busca de Vida inteligente Extraterrestre), criado pela NASA no início da década de 70 para distribuir a carga de processamento matemático coletada por diversos pontos de observação espaciais entre milhares de computadores. Em 1992 a Universidade de Berkeley criou o BOINC (Berkeley Open Infrastructure for Network Computing/Berkeley Infraestrutura Aberta para Computação Distribuída) para auxiliar o SETI no uso de computadores domésticos. Com o tempo a estrutura e idéias do BOINC foi usada em outras aplicações e neste campo, tanto FreeBSD e Linux não demonstram diferenças no uso desta aplicação.

O ponto de ressalva, na minha visão, é maior simplicidade para a customização da pilha TCP/IP e buffers de memória do FreeBSD devido a maior quantidade de variáveis do kernel que podem ser modificadas durante a operação do sistema operacional.

c) Trabalho com storages
Os conceitos que servem como pilares do FreeBSD o direcionam para ser uma estrutura específica para atividades de servidores, principalmente para aplicações críticas, o que justifica seu uso por empresas como o Yahoo e Sony Japão. Dentro dessa área o uso de storages vem sendo um dos focos principais do FreeBSD, para isto, podemos usar ferramentas nativas do sistema operacional, que de forma simples fazem o uso de qualquer composição de RAID de forma simples, segura e com compatibilidade com diversas placas controladoras (Mylex, LSI Logic/AMI, 3ware, DPT SmartRAID V e VI, Adaptec SCSI RAID, Compaq e ICP Vortex).

Vejamos um exemplo onde temos um FreeBSD com cinco discos SATA em RAID-3, usando quatro discos para armazenamento de dados e um disco específico para paridade. Com apenas dois comandos temos o RAID-3 em funcionamento:
# graid3 load
# graid3 label Discos_em_RAID3 ad1 ad2 ad3 ad4 ad5
A primeira linha faz a leitura do módulo para RAID-3 (graid3) e a segunda linha cria o dispositivo em RAID-3. Depois basta só formatar o novo dispositivo criado em RAID e montá-lo:
# newfs -U /dev/raid3/Discos_em_RAID3
# mkdir /mnt/raid3
# mount /dev/raid3/Discos_em_RAID3 /mnt/raid3

d) iSCSI
Com a versão 7.0 o FreeBSD ficou mais robusto no uso de dispositivos SAN ou storages com discos iSCSI, tendo um cliente iSCSI nativo no kernel e podendo facilmente ser transformado em um servidor iSCS (iSCSI-target). O servidor pode ser compilado e instalado de forma automática com apenas uma linha de comando referenciando um dos mais de 25.000 softwares em sua biblioteca local:
# cd /usr/ports/net/iscsi-target
# make install;make clean

Outra opção é usar um iSCSI Server istgt (/usr/ports/net/istgt), que provê suporte a sistemas de arquivos ZFS, um conceito inserido pelo OpenSolaris e usado pelo FreeBSD para ampliar as capacidades de manusear storages. O ZFS é um sistema de arquivos de 128bits que pode usar composições de discos de tamanhos com mais de 16 EiB exbibyte (1 exbibyte = 260 bytes = 1,024 pebibytes) sem abrir mão de recursos como snapshots, clones, striping dinâmico, blocos de tamanho variável, quotas e reservas de espaço para ocupação. O ZFS pode ser encontrado para os sistemas FreeBSD, NetBSD, OpenSolaris, Mac OS X e Linux FUSE.

e) Firewall
O FreeBSD permite o uso do filtro de pacotes PF (Package Filter) usado pelo OpenBSD, um sistema operacional específico para firewall. O FreeBSD é considerado por muitos o melhor firewall open source do mundo, possuindo o título de em mais de 14 anos ter somente duas vulnerabilidades após a instalação. Com o PF temos o gerenciamento de regras simplificado, acompanhado de balanceamento de carga em links para entrada e saída de pacotes, priorização de pacotes, controle de banda, regras prontas para bloqueios de ataques, normalização de pacotes e uso de elementos como tabelas para armazenamentos de endereços IP, além de pontos para recarga dinâmica de regras de firewall (âncoras). Observe um exemplo para adicionar uma regra de bloqueio para três redes:
pass in proto {tcp, udp} from { 192.168.1.0/24, 192.168.2.0/24, 192.168.10.0/24} to any
Isso é equivalente a termos seis linhas de regras usando iptables, por exemplo.

f) Trabalho simples com VLAN
Já é incluso no FreeBSD por padrão a possibilidade de usarmos VLANs, assim podemos criar um roteador ou um firewall com a possibilidade de gerenciamento de múltiplas VLANs usando apenas duas linhas:
# ifconfig vlan0 vlan 14 vlandev rl0
# ifconfig vlan0 inet 192.168.11.1 netmask 255.255.255.128

A primeira linha cria o dispositivo vlan0 para trabalhar com a VLAN 14 já criada no switch e a associa a primeira placa de rede Realtek (rl0). Na segunda linha definimos o endereço IP e a mascara de rede que será usada para enviar ou receber pacotes da VLAN 14.

g) Virtualização
Com o uso do Xen o Linux é imbatível e o FreeBSD 8.x já vem preparado para ser um guest de Xen. Existem outras opções para usar o FreeBSD como host de virtualização, como o VirtualBox, por exemplo, mas o que encontramos em termo de estabilidade, desempenho e aplicação em grande escala vistos no Xen com Linux são imbatíveis.

h) VPN (Virtual Private Network)
No FreeBSD não encontramos mecanismos de VPN incorporados ao kernel, como é no OpenBSD e pode dar muito trabalho para configurar uma VPN IPSec. Se for desejado o uso de IPSec, o kernel deverá ser recompilado, abrindo caminho para ferramentas como ipsec-tool e similares. Entretanto, com a compilação simples de um dos pacotes de software presente na biblioteca do FreeBSD (/usr/ports), podemos também fazer uso do protocolo PPTP, muito usado em plataformas Microsoft.
Aqui comparando Linux com FreeBSD não vejo ganhos ou perdas, o esforço para instalação e configuração é similar, vai depender do caminho desejado.

i) I/O de disco
O FreeBSD possui um I/O de disco melhor que o do Linux com o uso do UFS2 (Unix File System com Soft Update). Assim, temos um melhor desempenho de aplicações de banco de dados, de vídeo o que façam uso de muita leitura e gravação, o que faz com que muitas empresas mundialmente reconhecidas (SunOS/Solaris, System V Release 4, HP-UX, Tru64 UNIX, etc) usem e façam suas modificações.

Outro ponto é a presença de um item que auxilia muito do processo de backup de informações, conhecido como snapshot. Um snapshot é um arquivo que guarda toda a informação do sistema operacional (diretórios, links, arquivos, propriedades, permissões etc) para uso futuro, podendo ser referenciado em um ponto de montagem (mount point). Simplificando, um snapshot é uma foto viva de todo o sistema de arquivos. Se compararmos os sistemas de arquivos presentes no Linux e no FreeBSD, veremos que existem algumas diferenças, observe a tabela seguinte.
[asset|aid=50238|format=image|formatter=asset|width=443|height=162|resizable=true|align=center]

Para quem esqueceu, só para lembrar as medidas em decimal, observe a tabela 2. Veja que a capacidade de valores máximos do UFS é bem maior do que os sistemas de arquivos usados pelo Linux. Isto se dá devido ao projeto do FreeBSD ser focado para um melhor uso de unidades para armazenamento de dados (storages).

O sistema de arquivos do FreeBSD é síncrono, o que proporciona maior resistência a crashes de disco. Com o Soft Updates, o UFS ganha a possibilidade de fazer a verificação de integridade do sistema de arquivos em segundo plano, ofertando um boot mais rápido e backups sem a necessidade de um sistema de arquivos marcados como clean. Vemos também que os inodes são prealocados, assim, não temos o risco de alocação dinâmica. Quanto ao uso de ACLs para gerenciar o acesso a diretórios e arquivos, tanto o FreeBSD quanto o Linux implementam este recurso.

Além de tudo que vimos, o FreeBSD executa sem problemas 90% das aplicações desenvolvidas para Linux, o que amplia muito os softwares ditos compatíveis com a plataforma. Isto é possível devido ao kernel do FreeBSD que reconhece a aplicação compilada para Linux e direciona as chamadas dessa aplicação para o carregamento das bibliotecas pertencentes a uma distribuição Linux. Para quem faz uso de processadores AMD 64x, o time do FreeBSD elaborou maiores possibilidades de escolha desta distribuição.

Para concluir, a escolha de um sistema operacional em ambiente de produção não pode estar focada somente na paixão, devemos verificar qual o sistema que melhor atende a todas as necessidades dos usuários e só podemos fazer isto conhecendo as soluções dispostas no mercado. Acredito que a solução para todos os problemas está em métodos eficientes das técnicas de interoperabilidade, que acabará com as barreiras de comunicação e validação entre os sistemas operacionais, sejam um Unix, FreeBSD, Linux, Mac ou Microsoft.
[asset|aid=50239|format=image|formatter=asset|width=233|height=136|resizable=true|align=center]

Referências:
http://1wt.eu/articles/2006_lb/index_10.html
http://kb.linuxvirtualserver.org/wiki/Load_balancing
http://en.wikipedia.org/wiki/Reiser4
http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_file_systems
http://br-linux.org/news2/006633.html
http://74.125.93.132/search?q=cache:clhBXu-F4kkJ:br-linux.org/news2/006633.html+FreeBSD+melhor+i/o+de+disco&cd=3&hl=en&ct=clnk

Denis Sousa
Formado em Segurança de Dados pela Academia Latino-Americana de Segurança da Informação, sendo participante da primeira turma no Brasil. Denis é especialista em integração de sistemas heterogêneos, unindo ambientes Windows e Linux, pois usa de seus conhecimentos contidos nas certificações internacional Microsoft Certified Systems Engineer- Security (MCSE:Security), Microsoft Certified Systems Administrator – Security MCSA:Security) e MCSA:Messaging.
É especialista em segurança de redes, projetista de soluções para automatização de tarefas e auditor de segurança para ambiente de servidores.
É autor do livro:  FreeBSD - O poder dos servidores em suas mãos, ed. Novatec
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BotecoNet 4Linux: Saiba o que aconteceu, assista os vídeos e baixe os slides das últimas edições!

24/09/2009 15:03 — tags: Cetificação LPI, Curso de jboss, curso de linux, J2EE, Monitoramento, OpenLDAP, pentaho, Replicação, Treinamentos em LInux, Zabbix

Mais de 200 participantes presenciais e quase 500 pela internet participaram de cinco edições do BotecoNet 4Linux realizados no último mês.Saiba o que aconteceu, assista os vídeos e baixe os slides das palestras!

Divulgação de nomes para a primeira fase do Programa “Caça Talentos 4Linux” será dia 27/08/2009

20/08/2009 17:38 — tags: Banco de currículos, caça talentos, curso de linux, Software livre, trabalhe com linux, vagas de emprego

Divulgação dos 50 nomes que participarão da segunda fase do programa Caça Talentos 4Linux, será feita na próxima quinta-feira, dia 27/08/09.

Programação Shell Script (404)

tags: curso de linux, Dialog, Julio Cezar Neves, programação shell script, script linux, Shell script, Shell Script Linux

Este curso ensina a automatizar toda a produção em máquinas com sistema operacional Linux ou Unix, além de resolver de forma muito rápida diversos problemas do cotidiano.